A teia da tarântula
Júlio Garcia
A tempestade redobrara de intensidade. Os clarões dos relâmpagos entravam pelas vidraças da janela e os trovões soavam mesmo sobre a casa. O Júlio deitou-se mas não conseguiu adormecer mal caiu na cama, como sucedia habitualmente, talvez por causa da trovoada. Antes que tal acontecesse, surgiram-lhe na mente as guras do ex-Primeiro-ministro e da tarântula.
