A trilogia dos três eu's
Gonçalo Ávila
“Chamo-me...
Chama-me o que me tencionares.
Sou um vagabundo de nomes,
Um bêbado podre de alcunhas,
Um desconhecido conhecido por...
Mil nomes.
...
Nunca me chames pela chama do meu nome
Ardido na dor da definição,
Dada por uma sociedade de “perfeição”
Cheia de cognomes, antenomes,
Pronomes, sobrenomes
E pessoas...
Pessoas sem nomes.”
