Agudo aos Arvoredos

Jorge Lúpus

Se ao luar ergo o meu focinho

Agudo aos arvoredos  

Não é pela beleza da lua cheia

Não, é só porque ela subindo os montes 

Assim formosa e não segura

Do seu aceso suor transborda

E por entre as sombras rotas 

Das folhagens agitadas ao vento

Que do alto murmúrios sopra

Há remendos de chamas

Em que a floresta toda se incendeia 

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