Brados d´alma
Francisco Parreira
O meu Alentejo,
O pôr-do-sol das minhas raízes,
Eterna inspiração de dias felizes,
Sentimento inexplicável que me alimenta de sons e de palavras,
O dia-a-dia dos passarinhos,
Oliveiras e papoilas.
Brados d’alma a que a minha mãe me responde.
