Cantiga aos Cisnes
AdmirZanella
No átimo tempo em que a primeira gotícula de água cai,
notai o blindar na tela do lago branco de cisnes e cantai.
É o raiar da cantiga de poemas a alentar seu leve saltitar,
e multiplicar cenários ao espaço multicor do verbo amar.
(...)
Tudo encanta, verso e canto em namoro de seu criador.
Tudo apaga, sobrevive apenas o panorama encantador.
Soa um sino de cisne branco a divagar romances d’alma.
Soa o hino de negro cisne a dispersar a cena e desalma.
