De que cor é o céu no teu mundo?
Juliana Gomes
Escrita muito própria, escrita na rapidez e emergência do que a Juliana sente explodir no coração. Vem de dentro dela e encerra muito mais do que -”escrever em voz alta”. Sim, porque as suas palavras gritam. As suas frases são melodia, uma sinfonia de sentimentos nus e crus, mas aglomerados e intensos. Por isso, não chega ler a Juliana uma só vez. Não escreve com a inteligência da sociedade, nem do que se aprende academicamente, mas sim com a sabedoria das emoções que sente e que o peito lhe dilacera, em torno do que a vida lhe dá. (...)
Ana Monteiro
