Devaneios Poéticos

António Baião

Bem lá do alto do monte

De olhos postos ao largo

Vi na cinza do horizonte

As pedrinhas do ribeiro

O fio de água da fonte

EXISTÊNCIA

Só amanhece uma vez na vida

Só por uma vez na vida o sol se põe

Entre a aurora e o crepúsculo... ilusões!

O augusto desejo das ingénuas paixões

A vida é astro flamejante rasgando o céu

Sôfrega sede nas tórridas tardes de Verão

Água escapando no fechar da mão

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