Emaranhados do ar e da alma

Paulo Dagios

E o mestre pescador falou: “O rio estava calmo e liso”. Igual a sua alma. Eu que pensava em escrever cacofonias destas que se esvoaçam no ar. Refleti: “Quem sabe tem douto saber e arte louva a Deus”. Ouvi também que não temos alma, e a minha veio se esconder dentro de mim. Assim fiquei descrevendo os balanços do ar.

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