Era uma vez um mundo
FERNANDO MARTINS
O autor não duvida da importância do maravilhoso, sempre presente nos contos infantis, na formação da personalidade das crianças.
Conhecedor da lição de Bruno Bettelheim, no seu Psicanálise dos Contos de Fadas, sabe que a não seguiu na maioria destes contos, até porque teve como leitores virtuais “crianças atrevidas e adultos (ou jovens) acriançados”, como se lê na capa, dispensando-se, assim, de mais cuidados.
Conta, todavia, com a compreensão dos adultos que porventura se entreguem à tarefa de os ler ou ajudar a ler aos mais pequenos, aos mais jovens.
