Meia dúzia de bichos de conto
Rita Ferraz da Costa
“Valentina, todos os dias, num corrupio, agiu sempre com brio, nunca desistiu, por vezes um desvio arredio, um arrepio esguio, um calafrio.
Sempre que o carreiro virava a esquina lá ia Valentina dançar e bailar, ao som imaginário da melódica concertina, virava bailarina! Tão feliz que nem se imagina.”
Feliz com a vida, convida todos a conhecerem o seu conto e os dos seus cinco companheiros. Todos eles prazenteiros!
E, com a devida vénia, sempre elegante, volta ao conto, radiante!
