Mulher Chuva

Hugo de Oliveira

Sou filho das palavras sentidas, louco e pecador. Voz gritante que ouve em silêncio. Amigo da lua e amante predador das estrelas, sentido que fica, no adeus da saudade! Sou filho perdido do sentido ausente, amante distante, da dor persistente, gesto crescente de eterno sonhador. Ó doce prazer, ó perdão inocente. Filho teu, Mulher Chuva.

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