O Dom de Yogyakarta!

Carita Monteiro

A Humanidade rendeu-se à vaidade: o berço natural está ame­açado; malgrado as contas douradas que o enfeitam assiste-se ao tsunami da negridão.

Contradição? Todavia, é neste xadrez que se joga a Vida, desta vez na Indonésia, no lugar onde os portugueses aportaram no início do século XVII.

José Mata, o nosso polícia/ecologista, não se conformou com a última má notícia ambiental - o desaparecimento das abelhas - e propôs uma reação imediata.

Não tanto pelo que já se sabia ser uma ameaça e estava a ser motivo de acordo na última cimeira do clima realizada na Coude­laria de Alter do Chão - a queima imparável da floresta no Sudo­ete Asiático com o fim de se intensificar a produção de óleo de palma - mas pelas surpreendentes informações que colhera por portas travessas, conseguiu um aliado que se mostrou decisivo: o Presidente da República.

Uma determinante surpresa, porém, viria a revelar-se mais tarde.

Em o " O Dom de Yogyakarta", assiste-se à defesa do mundo que os portugueses tornaram pequeno: foram e serão decisivas as gestas dos heróis que sobrevivem no "universo dos puros''.

E nesse, pulsa tanto de amor como de missionação, tanto se espera de braveza como de ternura, tanto cabe a morte como a redenção.

  • Escreveu ou está a escrever um livro que quer publicar?
    Está no lugar certo! Na Atlantic Books estamos constantemente à procura de autores talentosos, para ajudar a transformar as suas ideias em excelentes livros.
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.