Quantas Mortes

Públio Cunha

A obra, em estilo de poesia, revela um caráter visceral e foi o resultado de uma multiplicidade de conflitos e sentimentos, da minha proximidade com a morte, da minha capacidade de exteriorizar e associar o conceito de morte em reflexões, vivências e na indignação contra as tragédias que vêm assolando a nossa realidade, contra os preconceitos e todas as formas de insensatez e insanidades, se propondo a um mergulho no universo mais profundo das chamadas “mortes vividas”. 

Durante o processo de criação, passei por intensos momentos de dor, emoções, tristezas, e isso foi a força motriz para que eu entendesse a importância de “morrer” inúmeras vezes ao longo da minha estadia e “ressurgir”, “renascer” em “vidas” repletas de vontade e entusiasmo.

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