Refúgio - A vinha e o nosso amor

Luís Amado

Um dia, li um livro chamado Refúgio – É Difícil Amar. 

Contava a história de um outro João que não eu e de uma Madalena. 

Mais tarde, li uma segunda história chamada também ela Refúgio – Quando as Estrelas (não) Brilham. 

Era a história de Romeu e Julieta, que acabariam por se cruzar no meu caminho, nesta minha história. 

Decidi, nesse dia, fechar a trilogia que havia sido por ele começada. 

O primeiro falava de amor, da parte racional e emocional de cada um de nós. 

O segundo da dor, da perda, do saber que não podemos viver para sempre com a pessoa amada e de termos de saber aproveitar cada segundo. 

Faltava eu e a esperança de que um dia, muito em breve, também eu vou poder optar.

Na realidade, já optei por viver a minha parte emocional, nem que seja por um breve instante que a vida me dê. 

É nisto que está a minha felicidade.

Em acreditar… que um dia…!

João iniciou o primeiro livro com uma dedicatória:

“A alguém sem a qual não teria vivido tais sentimentos e emoções, sem a qual não poderia ter sonhado e reaprendido a viver.

Obrigado por me teres devolvido o meu lado emocional da vida. 

João” Eu decidi terminar este livro com palavras minhas, talvez dizendo o mesmo, talvez dizendo algo diferente:

“A ti, por, mesmo nem sempre me entendendo, me aceitares, por, mesmo nem sempre concordando, compreenderes, por me fazeres feliz nos nossos intervalos da vida real.”

Obrigado por teres dado sentido à vida.

João»

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