Trazias no teu corpo a volúpia dos sentidos

a volúpia dos sentidos

 

 

na glamorosa fenda do teu ser

suavemente e sem medos eu me afundo 

grato aos deuses da vida vou sorver 

delícias do teu cio vagabundo.

 

juro que não me importo de sofrer

nos gestos de amor quando te fecundo.

podes crer mesmo em transe até morrer

irei sentir-me o mais feliz do mundo.

 

amar-te na volúpia dos sentidos

desfalecendo até sentir teu sangue

entranhar-se em meus poros encardidos 

 

num frenesi até ficar exangue

expulsando os demónios pervertidos

que vivem na avidez de sexo e sangue.

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