Verso Preso e Negro

Simão Guerreiro Correia


- Ás de espadas – disse, em jeito de pergunta. Jo confirmou com a cabeça, enquanto mordiscava uma das fatias de pão brilhantes da manteiga que harmoniosamente derretia sobre a mesma. O inocente sorriso regressou à expressão do rapaz.

- Quando foi que começaste a interessar-te por magia? – Perguntou, de boca cheia. Nunca antes o vira às cartas dedicado.

Shinta recolheu-as consoante o naipe, ordenando-as na palma da mão.

- Quando percebi que ela não existe.

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