DJOPARDAIZI: O serviço de inteligência como fator-chave para a normalização da criminalidade

Admilson Almeida

A população vive no ano de 2025, num tempo de muita violência urbana. A insegurança presente em toda a parte, os bairros aparentam estar abandonados porque ninguém quer sair à rua. Um cenário onde cada cidadão vê a sua liberdade posta em causa, provocando assim impactos no estilo de vida dos cidadãos e também no dos agentes policiais que se tornaram alvo da violência. Um ambiente também marcada pela perda de valores sociais e uma nova “moda” juvenil influenciada pelo uso exagerado do álcool, da droga, pela prostituição e crimes. Portanto, naturalmente surge um novo partido construindo um novo Estado, que implementa uma nova política de segurança focalizada na vigilância e controlo social através dos órgãos de inteligência para reduzir a criminalidade urbana. Dessa forma, criando várias operações preventivas, com objetivo de prover a segurança e a paz social. Por outro lado, a vida dos agentes de inteligência, requer sacrifícios pessoais e profissionais para repor a tranquilidade social. Em suma, nesse contexto de vigilância do Estado, surge no gueto um jovem promissor e pobre que, devido à sua condição socioeconómica, foi forçado a entrar num gangue para ajudar a sua família, convencido de estar a ter uma oportunidade social.


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