Anda uma cigana no parque

Da Rocha

O autor é brindado, no dia do seu aniversário, com a infeliz notícia que a sua mulher tinha contraído cancro de mama. 

A partir daí, gera-se toda uma vertigem de movimentos e sentimentos vivenciados pela primeira vez.

A princípio, o autor olha a realidade oncológica com esperança, mas, com o tempo, acumula-se nele o pó da desventura e fica triste. 

É neste momento que se cruza com ele uma cigana que lhe pede esmola, em pleno parque do IPO. 

O autor recusa, mas, logo a seguir, é vencido pela conversa da cigana e deixa-se embalar.

Este sobressalto desencadeia toda a história. 

O autor estremece e anima-se.

Ele viu a força espiritual que o dominou de uma forma inacreditável e decide aprofundar esse mundo, o tal que não se vê, não se consegue explicar, mas sente-se. 

Sente-se tão fortemente que não podemos ignorar a sua efetiva presença.

Vamos ter oportunidade de questionar temas do nosso quotidiano e lançar sobre eles um novo olhar. 

A ancestral fogueira dos Ciganos, sempre acesa no acampamento qual Chama Olímpica, é a luz que nos vai alumiar.

Será uma pausa suprassensível, íntima e emotiva, pontuada com momentos divertidos e libertadores. 

Tenha uma boa vida!

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