O SABOR AMARGO DA AUSÊNCIA
Carlos Martins da Cunha
A obra inicia-se numa aldeia Durience, marcada pelo confronto de gerações entre pai e filho.
Rafael pretendia levar a vida, segundo as suas convicções, enquanto o pai marcou regras para quem vivesse sob o seu teto.
Num assomo de revolta, Rafael fugiu para França, onde trabalhou durante algum tempo.
Por circunstâncias da vida teve que fugir para o Brasil, onde após alguns meses viajou para a Austrália, onde refez a sua vida.
Anos mais tarde após o vazio que sentia no peito, resolveu visitar a terra onde nasceu, procurando os seus progenitores...
