VARIANTE MYTHOS, A Morte veio ao Douro

António Massena

Bullying e discriminação entre alunos de uma escola pública de Gaia, em Portugal, resultaram num trágico acontecimento. Alfredo, hábil caça­dor e poeta nas horas livres, era perseguido por dois polícias corruptos, quando se depararam com um corpo no chão. De longe, um bêbado, de perto algo sinistro. O morto atacou os polícias e Alfredo escapou do car­ro-patrulha para uma aventura nunca imaginada. Antes, porém, passou em casa para ver a “abó” demente. Os polícias foram mortos, dizem as notícias na televisão. Ele não sonhara, iria levar a culpa, e era melhor par­tir. Na mochila, facas e a pistola-besta. Ao sair do quarto, viu a sua “abó” a rezar em frente ao altar: uma mesa com fotos de família, uma bíblia e uma estatueta do SnoopDogg que ele e o avô tinham restaurado para que parecesse ao máximo com Jesus Cristo.


Guarnecida a despensa a “abó”, Alfredo saiu em busca de vingança e respostas sobre o que vira. A caminho da escola, onde poderia verifi­car a normalidade em volta e talvez encontrasse refúgio, conheceu uma menina albina nua e subnutrida. Fraca, muda, arredia e confusa, ela res­pondeu às primeiras perguntas do novo amigo com uma visão. Ele me­morizou tudo o que vira em delírio, tomando no corpo a dor dela como sua. Porém, não associou, de início, a visão com os acontecimentos em que se envolveu. Algures, num bunker, em interface com um laboratório secreto construído num subterrâneo da cidade do Porto, um empresário e cientista lunático desenvolvia experiências científicas arriscadas, que poderiam afetar toda a Península Ibérica, gradualmente isolada por mar e fechada pelos Pirenéus.


António Massena

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