Um sonho no horizonte
António Pascoal
Sentado na ponte, o cabelo acena. A ligeira brisa estendida ao ocidente abre o pensamento no imaginário da fantasia.
António era um sonhador, idealizava que a felicidade e a aventura ficavam do outro lado do horizonte. O pôr-do-sol era sublime e tudo corria para lá. Não via a hora de crescer e partir em busca do sonho…
