A Mãe de sete

Angelino Pereira

A Mãe de Sete nunca teve pais para os seus filhos; teve homens que a engravidaram, como qualquer animal irracional faz por instinto cumprindo o ciclo normal da reprodução.

No entender de Josefina, qualquer homem fértil, pode “fazer” um filho, mas ser verdadeiramente pai, é preciso sofrer com a dor do seu (s) filho (s), regozijar-se com as suas alegrias, êxitos, sucessos e realizações e estar sempre presente em todos os momentos do seu crescimento; partilhar tarefas e amor com a mãe que gerou e sofreu na gestação e no parto.

Os filhos de todas as mulheres, sem exceção, são filhos da Nação, filhos de todos e a sociedade tem o dever de os educar, alimentar e proteger. 

Não podemos ignorar nem diferenciar pessoas, mas a obrigação de proteger e formar bem mulheres e homens que nascem hoje para continuarem a fazer boa obra amanhã.

Angelino Pereira

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